Joias inspiradas nos índios brasileiros fecham projeto Joia da Casa

O projeto Joia da Casa não poderia encontrar uma melhor maneira de encerrar a edição 2015. A partir desta terça, 6, e até o dia 13, são as peças da coleção “Etnia Indígena Brasileira”, de Leilah Costa, que estarão expostas na Joalheria Aymoré. Nada mais apropriado já que o espaço e a Villa ganharam seu nome em homenagem aos primeiros “donos do pedaço”, os índios tupinambás que foram os primeiros habitantes do Morro da Glória, onde está a Villa Aymoré.

 

Leilah tem forte relação com a natureza e sempre traz referências de suas vivências pessoais para o seu trabalho. Foi assim com coleções como “Angra”, “Provence” e “Bordeaux”, inspiradas em suas muitas passagens por essas regiões. E não poderia ser diferente agora. A designer voltou ao tempo em que, engenheira civil, trabalhou por dois anos na Serra dos Carajás para criar as peças produzidas em ouro branco, brilhantes, turmalinas paraíbas, rubelitas e tanzanitas.

 

Esta é a sexta e última semana do projeto Joia da Casa, que há oito anos leva à CASA COR RIO o trabalho das melhores joalherias do país, sempre com a curadoria luxuosa de  Anna Clara Herrmann. Já passaram por lá Yael Sonia, Isabella Blanco, Miriam Namber, Daniela Norinder, Marcelo Tebet, Nelusha Araújo, André Costa (Antonio Costa Atelier), Carla Buaiz, Isabella Escudero, Jeanne Faria (Byzance), Katia Muguet, Silvia Lima e Vanessa Scherer.

 

 

As joias ficam expostas na Joalheria Aymoré, espaço decorado pela arquiteta Marcella Bacellar, que tem como destaque uma interessante estrutura de madeira em malha além de móveis supercontemporâneos.