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É melhor botar os óculos escuros para embarcar nessa visita, pois a exposição da Cartier no Grand Palais, em Paris, é só brilhos! São tiaras, colares, brincos, pulseiras, relógios, broches, e muitos outros adornos criados por essa tradicional e icônica joalheria francesa, fundada em Paris por Louis-François Cartier em 1847. A exposição foi organizada por temas, e não puramente por ordem cronologica. Assim, é possivel analisar os distintos estilos, as influências da Pérsia e Egito, entre outros detalhes e curiosidades de peças que marcam épocas.

Em cartaz até dia 16 de fevereiro, a exposição não só atrai aqueles que amam jóias, como também os apaixonados por história. Afinal, a história da maison se confunde muito com a da Europa e de suas familias reais, e é quase que patrimônio cultural francês.

São 600 peças de meados do século XIX anos até os anos 70, quase todas do acervo da marca.  Além de joias preciosíssimas, a exposicao também mostra croquis, anúncios publicitários e recortes de revistas antigas, que mostram o poder, luxo e sofisticação da marca desde então.

A exposição, como já era de se esperar, está hiper concorrida. Turistas e locais compoto 4etem por um espaço diante das- literalmente- joias raras. Entre as peças, há duas que estão tentando ofuscar as outras. A principal é a tiara usada pela Princesa Kate no casamento real em 2011– feita em 1936 para a Princesa Elizabeth, da Inglaterra.


A outra é o colar  de rubi dado a Elizabeth Taylor pelo seu terceiro marido, Mike Todd. Um filme curtinho é exibido ao lado da peça, mostrando a musa do cinema usando o colar, com brincos combinando, numa piscina em Cap Ferrat em 1957.


Cartier: Style and History fica em cartaz até 16 de fevereiro, no Grand Palais, que fica no 3 Avenue du Général Eisenhower. Para mais informações visite o site da exposição.