As Novas Fronteiras do Louvre

Renovar, inovar e expandir. Foi com isso em mente que os diretores do Museu do Louvre, de Paris, resolveram ampliar seu espaço físico. Mas ao invés de construir novas salas, apostaram em outra idéia: abrir um museu fora de Paris. Essa idéia, divulgada em 2003, se tornou realidade na semana passada, quando o Presidente François Hollande inaugurou oficialmente o Louvre Lens.

O moderníssimo projeto do museu é assinado pela firma de arquitetura japonesa SANAA, ganhadora do Pritzker Prize de 2010

Lens é uma cidade no norte da França marcada pelas dores da guerra, pobreza e um alto índice de desemprego. Mas foi justamente por essas razões, que a cidade foi escolhida como sede do grande projeto. Muitos perguntaram por que não escolher uma cidade glamurosa, rica em historia e afluente – como Paris – para sediar o novo Louvre? A resposta foi dada rapidamente por Henri Lovrette, presidente do Louvre. Ele explica que abrir um museu numa cidade que está renegada, é um plano de revitalização perfeito – é um grande investimento para a região inteira. Além de atrair turistas, que outrora não visitariam a região, incentiva outras empresas para apostarem naquele local.

As salas de visitação vão da Antigüidade ao Romantismo

Os quadros que estão em exibição no Lens vão da Antiguidade ao Romantismo. O grande destaque é o quadro que marca o final do museu: “A Liberdade Guiando o Povo” (1830), do francês Eugene Delacroix.

O Presidente Hollande ao lado da obra prima de Eugene Delacroix – obra símbolo da Revolução Francesa

Para mais informações, visite o site do Louvre Lens.